Uma história de fé no Divino Pai Eterno

  16 de maio de 2017 • 11h59 • Atualizado em 18/05/2017 • 11h06

Um maranhense e uma mineira, cujas vidas se cruzaram em Trindade (GO), na década de 50. Essa é a história que o Programa Pai Eterno mostra nesta terça-feira, 16, no quadro Em Nome da Vida. São relatos de uma vida a dois muito abençoada e pautada na fé e devoção ao Divino Pai Eterno.

O destino já estava traçado e foi na fazenda que a Maria de Lourdes Lira e o José Lira se conheceram. “Eu trabalhava na cozinha, na fazenda. Aí, ele chegou para trabalhar lá também. Os patrões estavam para a cidade, então, eu fiz almoço e convidei os peões para almoçar. Eles foram almoçar e ele foi também, então a gente se conheceu”, contou a aposentada.

“Chegamos na fazenda pela segunda vez, eu já tinha morado lá um tempo. Daí, nessa segunda vez, eu a vi lá, aquela menina bonitinha, aí eu fiquei gostando dela e para sempre, até hoje”, completou José Lira, que também é aposentado.

Depois que se conheceram ainda demorou cerca de 4 meses até começarem a namorar. Um tempo em que o namoro era vigiado pelos pais e não se costumava andar nem mesmo de mãos dadas. “A gente não passeava não, era só em casa mesmo, na fazenda”, lembrou Maria.

Dois anos depois, em 1956, o estado civil de José e Maria de Lourdes mudava. O namoro virou casamento em uma cerimônia celebrada pelo agora Venerável Pe. Pelágio Sauter, no dia 23 de junho, quando ele foi fazer uma missão na fazenda. Maria se recorda bem dessa data: “Ele foi celebrar uma missa na fazenda e perguntou se éramos casados na Igreja. Falamos que só no civil, mas que a gente ia casar em Trindade, durante a Romaria. Ele disse: ‘Não, vamos casar é agora’”.

Sobre Pe. Pelágio, restaram as melhores lembranças para o casal. “Só de ele ir às fazendas para celebrar missa era muita coisa né. Era uma pessoa de Deus”, comentou José.

Na conta dessa união somam 12 filhos, 23 netos, 13 bisnetos e 2 tataranetos. Uma grande família se formou como resultado de uma história de amor que chama a atenção. E o mais importante em toda essa história é que a fé no Divino Pai Eterno foi o alicerce para tudo o que construíram juntos.

“Nossa relação com o Divino Pai Eterno é uma coisa especial, porque nós, sem Ele, não somos nada. Eu não tenho nem palavras de agradecimento. É uma coisa muito especial, muito boa”, afirmou Maria.

E José tem a mesma convicção: “Eu sou devoto do Divino Pai Eterno, muito devoto, eu rezo todo dia. Ele representa meu Pai, meu Criador, do céu e da terra. Eu tenho fé no Divino Pai Eterno”.

Veja também:

O Programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 7h45, com reapresentação às 10h45. Você pode acompanhar todas as edições pelo Canal Pai Eterno, no YouTube, e também assistir pelo portal paieterno.com.br, na página do Programa Pai Eterno.

 

Fonte: Afipe

Veja Também